MPPE alerta: membros do órgão e do Judiciário não fazem contato com cidadãos pedindo dinheiro



O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) comunicou nesta segunda-feira (09) através de nota divulgada no próprio site: "informa a todos que não entra em contato com as pessoas por meio de telefonemas ou mensagens de WhatsApp solicitando pagamento para a expedição de fianças, alvarás, mandados ou custas judiciais. Se você receber algum comunicado desse tipo, não envie qualquer valor e interrompa a chamada ou conversa por mensagens", alertou.


De acordo com a nota do órgãos, o cidadão pode entrar em contato diretamente com o MPPE através da Ouvidoria, pelo Disque MP 127 ou pelo WhatsApp (81) 99679.0221; ou mesmo ligando para a Promotoria de Justiça da sua cidade, através da nossa lista de telefones e endereços, disponível aqui.


Mês da Segurança Institucional


O MPPE disponibiliza no mês da Segurança Institucional a cartilha digital 'Prevenção a golpes virtuais e presenciais: atitudes para segurança pessoal e de dados'. O documento, elaborado pela Assessoria Ministerial de Assistência Militar e Policial Civil (AMPC), narra diversas modalidades de golpes e como o cidadão pode se precaver para não ser vítima de perdas financeiras, roubo de dados pessoais, dentre outras práticas.


De acordo com o secretário-geral do MPPE, promotor de Justiça Maviael de Souza, a publicação da cartilha busca reforçar a cultura de segurança entre os integrantes da Instituição. “A cartilha, em conjunto com as demais ações do mês da segurança institucional, vai dar ferramentas para que os membros, servidores e demais integrantes do MPPE saibam como reconhecer as fraudes e evitar efeitos danosos para si e para a Instituição”, afirmou.


Para o presidente do Comitê de Segurança Institucional do MPPE, promotor de Justiça Eduardo Cajueiro, o mês da segurança Institucional servirá como ponto base para a conscientização do público interno. "Visando atuar, em especial, na prevenção e controle de eventos que possam contribuir de forma negativa na salvaguarda da Instituição, como também, minimizar o risco pessoal no exercício das respectivas atribuições e na própria vida privada, sem, porém, esquecer que a colaboração de todos é primordial”.


O Assessor Ministerial da Assistência Militar e Policial Civil, Coronel André Luiz Freitas, explicou que desde o início da pandemia a AMPC notou um aumento na procura dos integrantes da Instituição em relação a esse tipo de fraude, que se utiliza da tecnologia e das redes sociais.


“Como as pessoas estavam trabalhando de casa e se adaptando a ferramentas com as quais nem todos possuem intimidade, é natural que a vulnerabilidade a esse tipo de golpe se acentue. Por isso, buscamos contribuir com a disponibilização de um manual direcionado, com informações para proteger nossos membros e servidores e, por extensão, a sociedade”, afirmou.


Além de detalhar as práticas empregadas pelos criminosos, a cartilha resume as iniciativas que devem ser aplicadas no caso de o golpe ter sido concretizado, como a troca de senhas, comunicação dos fatos a instituições financeiras e operadoras de telefonia, bem como o registro do golpe perante as autoridades competentes.


Com informações do MPPE

Comente e Compartilhe!